O projeto SpaceWarps convida voluntários internautas a observar imagens do espaço a procura de “curvas espaciais”, ou “lentes gravitacionais”. São galáxias gigantescas e massivas que têm o poder de curvar a o espaço-tempo e a luz ao redor delas, agindo como lentes gigantes naturais do espaço. Quando isso acontece, a luz que passa perto da galáxia é distorcida pelo seu centro de massa e faz uma curva, nos permitindo enxergar outros objetos que estão atrás dela.
A esperança dos astrônomos é que este projeto possa ajudá-los a encontrar objetos espaciais que normalmente não são detectados por computadores. Assim, eles podem treinar essas máquinas para futuras buscas.
Cientistas civis, pessoas comuns e curiosas, podem olhar para imagens da imensidão espacial e ajudar a descobrir o papel que a matéria negra desempenha na formação das galáxias. Dr. Phil Marshall, um dos líderes do time de pesquisa do Departamento de Física da Universidade de Oxford diz:
“As galáxias que são ‘curvas espaciais’ não apenas funcionam como lentes, aumentando visão de outras galáxias distantes atrás delas, mas também podemos usar a luz que elas distorcem para pesá-las, o que nos ajuda a descobrir quanta matéria negra elas têm e como esta matéria está distribuída. Lentes gravitacionais nos ajudam a responder todo o tipo de perguntas sobre as galáxias.”
O SpaceWarps é um projeto de descoberta de lentes. Voluntários recebem exemplos de como é um space warp (ou curva espacial) e vêem como marcar, em cada imagem mostrada, os pontos que são candidatos a lentes gravitacionais.
Estudos anteriores já mostraram que o cérebro humano é mais eficiente que computadores para identificar lentes complexas, e que cidadãos comuns podem ser tão bons quanto especialistas quando se trata de identificar objetos astronômicos em imagens. Depois de localizar possíveis candidatos a lentes gravitacionais, os participantes poderão discuti-los em um fórum online e até mesmo criar modelos de computadores baseados em suas descobertas.
A empresa americana Terrafugia está trabalhando em um protótipo de carro-voador inteligente que pretende colocar no mercado no início da década de 2020. A companhia com sede em Massachussets é a responsável pelo Transition, um carro com asas dobráveis aprovado pelo governo americano e cuja comercialização deve começar em 2015, por cerca de US$ 280 mil.
A nova investida da empresa é o TF-X, um misto de carro autônomo, helicóptero e avião. O veículo de fibra de carbono tem asas retráteis: elas ficam dobradas no solo e se abrem durante o voo. O carro decola verticalmente, utilizando hélices movidas a energia elétrica. No ar, as hélices se dobram. Segundo a empresa, o carro voador pode operar por um sistema de piloto automático.
A Terrafugia afirma que um motorista comum não levaria mais de cinco horas para aprender a operar o veículo. Segundo o Mashable, a empresa espera que, com uma produção em escala automotiva, o preço do veículo poderia ficar em pé de igualdade com carros de luxo.
O modeloque já está em estágio de produção da Terrafugia, o Transition, tem dois assentos, quatro rodas e asas retráteis. Para decolar, o veículo precisa de uma reta de cerca de 520 m. A empresa diz também que precisa trabalhar para tornar a aterrissagem mais suave.

